quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Conteudo

Você preencheu o lugar que minha poesia precisava.

Na tua matemática sou o nove fora, o resta um.

Quem vai sempre segue em apelo constante ,
de continuar,
quem fica sempre se limita no perigo do instante.

Em construção
Meu castelo de areia,
a maré
é viver
se banhar  de sal, de lágrimas

Minha inspiração noturna ilumina os meus dedos, sentimentos que exalam palavras nascidas sob a luz. Concebo, o dom de escrever.

De praxe vou abrir os olhos, para enxergar os incômodos de existir e argumentar princípios de coragem pra não permitir um dia a menos no meu fluir.

Encarar o mundo,
escovar os dentes,
retocar o brilho no olhar para começar.
De praxe mais um dia.


Seu amadurecer se confunde com o meu. Nos teus lábios risonhos sinto o frescor da felicidade. A plenitude de ser mãe contemplo. És a imagem da força que preciso para criar

Em dias de chuva, sei, choro tempestades de lágrimas, mas teu sol radiante nasce para me lembrar que depois de um dia vem outro. Você, minha sobrinha de alegria, que me protege, que te mim cuida.

Choro o choro sincero dos poetas,
animais que sagram os olhos, a alma e o coração.
Exalo sentimentos que não cabem por dentro,
escorro pelas veias de letras


Que as nuvens que decoram o céu mude e leve meu olhar adiante para caminhos desconhecidos.

Busco no infinito a constante transformação para que a vida se abra em oportunidades de estrelas e guias.
Fabrico poemas por que careço de sentido, assim contemplo minha regeneração em frases.

Complico a vida pra descomplicar os dias. Eu pedaço de carne simples composição de osso e sentido, a despetalar-me podo o mal, mau querer.  A despetalar-me, cresço para o bem. Simples e ignorante sigo a caminhar.

Em tempos de tempestade quebrei todos os meus santos, desfiz todos os meus ritos e contemplei a estupidez. Acreditei que encontrando os culpados minha carne se reconstituiria.

Eu e meus medos à perfeita construção do perigo. Lenta edificação do vazio. Intuição do nada.

Espero dilúvios de manhãs com gosto de beijo roubado. Surpresas que a natureza do amor concede.

Vem, então é me tome.
Me faça sua única gula.
Me engula.
Me incorpore.

Eu, sua pequena morte.


Me apresso para fluir paciências,
do teu manso abrir dos olhos.
Te olho,
me banho de luz.
Tanto, que me sinto sem carne,
me sinto sem haste,
para sustentar minha opinião mais racional de te perceber,



Isso sou eu em ti
Fera mansa
Amor e sua forma inesperada


Achei minh ’alma em tua cama
O amor e sua fome, molhaduras de lençóis, corpos em descanso.

Meu corpo junto a teu perde o conceito de matéria
Minha boca em teu sexo face da desordem

Engolir-te, em rios,
afogar-me em tua vontade mais nua.

Minha esperança espera teu sorriso, pra confirma que é tudo verdade, que não há maldade que dissolva nosso amor.

Espero morrendo de saudades, teu brilho de fim de tarde, teu riso de vontade de me envolver. Apaixonada, minhas frases ficaram clichê.

Ignorante me sinto, por não te entender, por procurar em teu verbo o que nunca quis escutar. Despedaço-me por dentro.

Deitas em meu peito e se aconchega no meu desespero
De ser sem saída,
meu, seu
caminho sem volta.

Amanhecer em constante instante de ser rosa, flor cheiro pra ti inebriar
me colha sem demora
em primavera
de pingos,
de amor.
As verdades ficaram relativas, dependem sempre do estado. Dependem sempre do lugar do sujeito, e da relação do adjetivo que se quer para o dia

O ego enfeitiçado torna-se sempre credor do prazer. Vai e sempre volta de mãos cheias e alma vazia, de pés calçados, mas de passos atados a um mundo fugaz e temporal de existir.

E quanto mais se busca a cara metade perdida nas vitrines exteriores, mas se perde a singular essência da escolha, muitas vezes escondida ou sempre em falta no mercado fetichista.

Poderei sempre correr para teus braços, e apelos gritar, eis que tenho um anjo encarnado para me aparar
Me regas com teu carinho, e eu flor nesse mundo árido, pergunto: - O que mais preciso? Apenas que apareças derrepente pra dizer que posso te tocar com as minhas palavras.


Ele desatou nós, que só um bom cafajeste consegue desfazer. Por que malandro de verdade ginga e mente, e faz de todas sempre a única.Você preencheu o lugar que minha poesia precisava.

Na tua matemática sou o nove fora, o resta um.

Quem vai sempre segue em apelo constante ,
de continuar,
quem fica sempre se limita no perigo do instante.

Em construção
Meu castelo de areia,
a maré
é viver
se banhar  de sal, de lágrimas

Minha inspiração noturna ilumina os meus dedos, sentimentos que exalam palavras nascidas sob a luz. Concebo, o dom de escrever.

De praxe vou abrir os olhos, para enxergar os incômodos de existir e argumentar princípios de coragem pra não permitir um dia a menos no meu fluir.

Encarar o mundo,
escovar os dentes,
retocar o brilho no olhar para começar.
De praxe mais um dia.


Seu amadurecer se confunde com o meu. Nos teus lábios risonhos sinto o frescor da felicidade. A plenitude de ser mãe contemplo. És a imagem da força que preciso para criar

Em dias de chuva, sei, choro tempestades de lágrimas, mas teu sol radiante nasce para me lembrar que depois de um dia vem outro. Você, minha sobrinha de alegria, que me protege, que te mim cuida.

Choro o choro sincero dos poetas,
animais que sagram os olhos, a alma e o coração.
Exalo sentimentos que não cabem por dentro,
escorro pelas veias de letras


Que as nuvens que decoram o céu mude e leve meu olhar adiante para caminhos desconhecidos.

Busco no infinito a constante transformação para que a vida se abra em oportunidades de estrelas e guias.
Fabrico poemas por que careço de sentido, assim contemplo minha regeneração em frases.

Complico a vida pra descomplicar os dias. Eu pedaço de carne simples composição de osso e sentido, a despetalar-me podo o mal, mau querer.  A despetalar-me, cresço para o bem. Simples e ignorante sigo a caminhar.

Em tempos de tempestade quebrei todos os meus santos, desfiz todos os meus ritos e contemplei a estupidez. Acreditei que encontrando os culpados minha carne se reconstituiria.

Eu e meus medos à perfeita construção do perigo. Lenta edificação do vazio. Intuição do nada.

Espero dilúvios de manhãs com gosto de beijo roubado. Surpresas que a natureza do amor concede.

Vem, então é me tome.
Me faça sua única gula.
Me engula.
Me incorpore.

Eu, sua pequena morte.


Me apresso para fluir paciências,
do teu manso abrir dos olhos.
Te olho,
me banho de luz.
Tanto, que me sinto sem carne,
me sinto sem haste,
para sustentar minha opinião mais racional de te perceber,



Isso sou eu em ti
Fera mansa
Amor e sua forma inesperada


Achei minh ’alma em tua cama
O amor e sua fome, molhaduras de lençóis, corpos em descanso.

Meu corpo junto a teu perde o conceito de matéria
Minha boca em teu sexo face da desordem

Engolir-te, em rios,
afogar-me em tua vontade mais nua.

Minha esperança espera teu sorriso, pra confirma que é tudo verdade, que não há maldade que dissolva nosso amor.

Espero morrendo de saudades, teu brilho de fim de tarde, teu riso de vontade de me envolver. Apaixonada, minhas frases ficaram clichê.

Ignorante me sinto, por não te entender, por procurar em teu verbo o que nunca quis escutar. Despedaço-me por dentro.

Deitas em meu peito e se aconchega no meu desespero
De ser sem saída,
meu, seu
caminho sem volta.

Amanhecer em constante instante de ser rosa, flor cheiro pra ti inebriar
me colha sem demora
em primavera
de pingos,
de amor.
As verdades ficaram relativas, dependem sempre do estado. Dependem sempre do lugar do sujeito, e da relação do adjetivo que se quer para o dia

O ego enfeitiçado torna-se sempre credor do prazer. Vai e sempre volta de mãos cheias e alma vazia, de pés calçados, mas de passos atados a um mundo fugaz e temporal de existir.

E quanto mais se busca a cara metade perdida nas vitrines exteriores, mas se perde a singular essência da escolha, muitas vezes escondida ou sempre em falta no mercado fetichista.

Poderei sempre correr para teus braços, e apelos gritar, eis que tenho um anjo encarnado para me aparar
Me regas com teu carinho, e eu flor nesse mundo árido, pergunto: - O que mais preciso? Apenas que apareças derrepente pra dizer que posso te tocar com as minhas palavras.

Ele desatou nós, que só um bom cafajeste consegue desfazer. Por que malandro de verdade ginga e mente, e faz de todas sempre a única.