Você
preencheu o lugar que minha poesia precisava.
Na
tua matemática sou o nove fora, o resta um.
Quem
vai sempre segue em apelo constante ,
de
continuar,
quem
fica sempre se limita no perigo do instante.
Em construção
Meu castelo de areia,
a maré
é viver
se banhar de sal, de lágrimas
Minha
inspiração noturna ilumina os meus dedos, sentimentos que exalam palavras
nascidas sob a luz. Concebo, o dom de escrever.
De
praxe vou abrir os olhos, para enxergar os incômodos de existir e argumentar princípios
de coragem pra não permitir um dia a menos no meu fluir.
Encarar
o mundo,
escovar
os dentes,
retocar
o brilho no olhar para começar.
De
praxe mais um dia.
Seu amadurecer se confunde com o meu. Nos teus lábios risonhos sinto o
frescor da felicidade. A plenitude de ser mãe contemplo. És a imagem da força
que preciso para criar
Em dias de chuva, sei, choro tempestades de lágrimas, mas teu sol
radiante nasce para me lembrar que depois de um dia vem outro. Você, minha
sobrinha de alegria, que me protege, que te mim cuida.
Choro o choro sincero dos poetas,
animais que sagram os olhos, a alma e o coração.
Exalo sentimentos que não cabem por dentro,
escorro
pelas veias de letras
Que as nuvens que decoram o céu mude e leve meu
olhar adiante para caminhos desconhecidos.
Busco no infinito a constante transformação para que a
vida se abra em oportunidades de estrelas e guias.
Fabrico poemas por que careço de sentido, assim
contemplo minha regeneração em frases.
Complico a vida pra descomplicar os dias. Eu pedaço de
carne simples composição de osso e sentido, a despetalar-me podo o
mal, mau querer. A despetalar-me, cresço para o bem. Simples e ignorante
sigo a caminhar.
Em tempos de tempestade quebrei todos os meus
santos, desfiz todos os meus ritos e contemplei a estupidez. Acreditei que
encontrando os culpados minha carne se reconstituiria.
Eu e
meus medos à perfeita construção do perigo. Lenta edificação do vazio. Intuição
do nada.
Espero
dilúvios de manhãs com gosto de beijo roubado. Surpresas que a natureza do amor
concede.
Vem,
então é me tome.
Me
faça sua única gula.
Me
engula.
Me
incorpore.
Eu, sua
pequena morte.
Me
apresso para fluir paciências,
do
teu manso abrir dos olhos.
Te
olho,
me
banho de luz.
Tanto,
que me sinto sem carne,
me
sinto sem haste,
para
sustentar minha opinião mais racional de te perceber,
Isso sou eu em ti
Fera mansa
Amor e sua forma
inesperada
Achei minh ’alma em tua
cama
O amor e sua fome,
molhaduras de lençóis, corpos em descanso.
Meu corpo junto a teu
perde o conceito de matéria
Minha boca em teu sexo
face da desordem
Engolir-te, em rios,
afogar-me em tua vontade
mais nua.
Minha esperança espera teu sorriso, pra confirma que é
tudo verdade, que não há maldade que dissolva nosso amor.
Espero morrendo de saudades, teu brilho de fim de
tarde, teu riso de vontade de me envolver. Apaixonada, minhas frases ficaram
clichê.
Ignorante me sinto, por não te entender, por procurar
em teu verbo o que nunca quis escutar. Despedaço-me por dentro.
Deitas em meu peito e se aconchega no meu desespero
De ser sem saída,
meu, seu
caminho sem volta.
De ser sem saída,
meu, seu
caminho sem volta.
Amanhecer em constante instante de ser
rosa, flor cheiro pra ti inebriar
me colha sem demora
em primavera
de pingos,
de amor.
me colha sem demora
em primavera
de pingos,
de amor.
As verdades ficaram relativas, dependem sempre do
estado. Dependem sempre do lugar do sujeito, e da relação do adjetivo que se
quer para o dia
O ego enfeitiçado torna-se sempre credor do prazer.
Vai e sempre volta de mãos cheias e alma vazia, de pés calçados, mas de passos
atados a um mundo fugaz e temporal de existir.
E quanto mais se busca a cara metade perdida nas
vitrines exteriores, mas se perde a singular essência da escolha, muitas vezes
escondida ou sempre em falta no mercado fetichista.
Poderei
sempre correr para teus braços, e apelos gritar, eis que tenho um anjo
encarnado para me aparar
Me regas com teu carinho, e eu flor nesse mundo
árido, pergunto: - O que mais preciso? Apenas que apareças derrepente pra dizer
que posso te tocar com as minhas palavras.
Ele desatou nós, que
só um bom cafajeste consegue desfazer. Por que malandro de verdade ginga e
mente, e faz de todas sempre a única. Você
preencheu o lugar que minha poesia precisava.
Na
tua matemática sou o nove fora, o resta um.
Quem
vai sempre segue em apelo constante ,
de
continuar,
quem
fica sempre se limita no perigo do instante.
Em construção
Meu castelo de areia,
a maré
é viver
se banhar de sal, de lágrimas
Minha
inspiração noturna ilumina os meus dedos, sentimentos que exalam palavras
nascidas sob a luz. Concebo, o dom de escrever.
De
praxe vou abrir os olhos, para enxergar os incômodos de existir e argumentar princípios
de coragem pra não permitir um dia a menos no meu fluir.
Encarar
o mundo,
escovar
os dentes,
retocar
o brilho no olhar para começar.
De
praxe mais um dia.
Seu amadurecer se confunde com o meu. Nos teus lábios risonhos sinto o
frescor da felicidade. A plenitude de ser mãe contemplo. És a imagem da força
que preciso para criar
Em dias de chuva, sei, choro tempestades de lágrimas, mas teu sol
radiante nasce para me lembrar que depois de um dia vem outro. Você, minha
sobrinha de alegria, que me protege, que te mim cuida.
Choro o choro sincero dos poetas,
animais que sagram os olhos, a alma e o coração.
Exalo sentimentos que não cabem por dentro,
escorro
pelas veias de letras
Que as nuvens que decoram o céu mude e leve meu
olhar adiante para caminhos desconhecidos.
Busco no infinito a constante transformação para que a
vida se abra em oportunidades de estrelas e guias.
Fabrico poemas por que careço de sentido, assim
contemplo minha regeneração em frases.
Complico a vida pra descomplicar os dias. Eu pedaço de
carne simples composição de osso e sentido, a despetalar-me podo o
mal, mau querer. A despetalar-me, cresço para o bem. Simples e ignorante
sigo a caminhar.
Em tempos de tempestade quebrei todos os meus
santos, desfiz todos os meus ritos e contemplei a estupidez. Acreditei que
encontrando os culpados minha carne se reconstituiria.
Eu e
meus medos à perfeita construção do perigo. Lenta edificação do vazio. Intuição
do nada.
Espero
dilúvios de manhãs com gosto de beijo roubado. Surpresas que a natureza do amor
concede.
Vem,
então é me tome.
Me
faça sua única gula.
Me
engula.
Me
incorpore.
Eu, sua
pequena morte.
Me
apresso para fluir paciências,
do
teu manso abrir dos olhos.
Te
olho,
me
banho de luz.
Tanto,
que me sinto sem carne,
me
sinto sem haste,
para
sustentar minha opinião mais racional de te perceber,
Isso sou eu em ti
Fera mansa
Amor e sua forma
inesperada
Achei minh ’alma em tua
cama
O amor e sua fome,
molhaduras de lençóis, corpos em descanso.
Meu corpo junto a teu
perde o conceito de matéria
Minha boca em teu sexo
face da desordem
Engolir-te, em rios,
afogar-me em tua vontade
mais nua.
Minha esperança espera teu sorriso, pra confirma que é
tudo verdade, que não há maldade que dissolva nosso amor.
Espero morrendo de saudades, teu brilho de fim de
tarde, teu riso de vontade de me envolver. Apaixonada, minhas frases ficaram
clichê.
Ignorante me sinto, por não te entender, por procurar
em teu verbo o que nunca quis escutar. Despedaço-me por dentro.
Deitas em meu peito e se aconchega no meu desespero
De ser sem saída,
meu, seu
caminho sem volta.
De ser sem saída,
meu, seu
caminho sem volta.
Amanhecer em constante instante de ser
rosa, flor cheiro pra ti inebriar
me colha sem demora
em primavera
de pingos,
de amor.
me colha sem demora
em primavera
de pingos,
de amor.
As verdades ficaram relativas, dependem sempre do
estado. Dependem sempre do lugar do sujeito, e da relação do adjetivo que se
quer para o dia
O ego enfeitiçado torna-se sempre credor do prazer.
Vai e sempre volta de mãos cheias e alma vazia, de pés calçados, mas de passos
atados a um mundo fugaz e temporal de existir.
E quanto mais se busca a cara metade perdida nas
vitrines exteriores, mas se perde a singular essência da escolha, muitas vezes
escondida ou sempre em falta no mercado fetichista.
Poderei
sempre correr para teus braços, e apelos gritar, eis que tenho um anjo
encarnado para me aparar
Me regas com teu carinho, e eu flor nesse mundo
árido, pergunto: - O que mais preciso? Apenas que apareças derrepente pra dizer
que posso te tocar com as minhas palavras.
Ele desatou nós, que
só um bom cafajeste consegue desfazer. Por que malandro de verdade ginga e
mente, e faz de todas sempre a única.